// Conheça as Origens

A denominação “Gondomar” é atribuída ao rei visigodo “Flávio Gundemaro” que, em 610 teria aqui fundado um couto, no entanto, achados arqueológicos demonstram que o local teria sido habitado muito antes. Após o advento da nacionalidade, D. Sancho I demarcou o couto de Gondomar em 1193. No reinado de D. Manuel I, em 1515, é atribuído o foral ao “Município de Gondomar”.

A Casa Branca de Gramido tem relevância histórica no contexto nacional devido à assinatura da Convenção de Gramido, a 29 de junho de 1847, tratado de paz que acabou com o cerco internacional à cidade do Porto, terminando a última guerra civil em Portugal, conhecida como Patuleia.

A cultura gondomarense é marcada pelo legado da indústria mineira e pela marcenaria, pelo dinamismo da ourivesaria que se mantém até aos nossos dias bem como, no sector primário, na exploração agrícola e piscatória.

Orgulhoso do seu passado, Gondomar conjuga actualmente a ruralidade com o urbano, a indústria tecnológica com o artesanato, o design com a tradição.

Ao longo dos anos diversas modificações fizeram variar a forma deste Concelho que, atualmente, contempla três freguesias, Baguim do Monte, Rio Tinto e Lomba e quatro Uniões de Freguesias, Fânzeres e São Pedro da Cova, Gondomar (S. Cosme), Valbom e Jovim, Foz do Sousa e Covelo e Medas e Melres.

Brasão Município Gondomar (cor)

Foral de Gondomar

By continuing to use the site, you agree to the use of cookies. more information

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close